terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

1 Milhão na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política

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Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas. A guerra contra a chulice está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer quase tudo, para mudar o rumo deste abuso.

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.

Nenhum governante fala em:

1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados.

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode.

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego.

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros? Como não são verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc.

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75, nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades.

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc., das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País.

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos.

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc.

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis.

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA.

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes às oligarquias locais do partido no poder...

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar.

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP.

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado.

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem".

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam.

26. Controlar a actividade bancária para que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise".

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida.

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.

Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail.

6 comentários:

Valdemar disse...

Eu gosto da última (30) demanda que seria PÔR OS BANCOS A PAGAR IMPOSTOS... Principalmente o BES que se farta de fazer a vida negra às vítimas dos clientes.
Valdemar Alves

Fuzo de agua doce disse...

Está realmente na hora dos Portugueses dizerem basta.
Não sei se conseguimos ir tão longe como estão a ir alguns Povos Árabes, mas era bom correr com a camarilha que nos tem posto a pão e água durante tantos anos, para encherem os bolsos e aos seus comparsas.
Um abraço
Virgílio

Artur Sousa (Leiria) disse...

Não sei até que ponto esta comunicação é credível… oxalá o seja, na certeza porém que a coisa está a pegar no mundo Árabe, se está…!
Nos dias de hoje, nos países que se proclamam democráticos certamente que, as suas constituições permitem a liberdade de expressão política entre outras, (liberdades), incluindo demonstrações de carácter de não-violência. Assim sendo, nós, o povo, poderíamos com a ajuda dos meios de comunicação electrónicos, votarmos o SIM ou o NÃO na aprovação de leis que de sobremaneira nos tocam na vida do dia-a-dia: tipo “mini plebiscite”, doutra forma a democracia serve só para se escolherem os menos ladrões… that’s all.
Cordiais.

Artur Sousa (Leiria) disse...

Sois cumpridores a 100%, sempre em estado de alerta aos assuntos da ordem do dia!
Comecei a escrever este meu comentário em cima, pensando que viria a ser o primeiro mas ao inseri-lo dou-me com os do Valdemar e Virgílio!
Que dizem à ideia que propus? Lógico que nestas coisas há sempre um: “puxar de brasa à sardinha”, o que tornaria/tornará a coisa quase impossível… (!?)
Um abraço.

edumanes disse...

Amigo Artur, impossível não seria, ou não será?
Contudo nós, portugueses, somos benévolos em demasia. Porque estamos sempre à espera da última moda. Assim tenho ouvido dizer que morreu Manuel Maria Barbosa du Bocage.
O comodismo de uns atrapalha a luta de outros, cujos seus direitos pretendem defender. Os quais muitos de nós nunca chegaremos a concretizar?
Um abraço
Eduardo.

TINTINAINE disse...

Cá com as minhas obras e outros problemas paralelos tenho tido pouco tempo para a net e participado pouco nestes comentários, mas mais vale tarde que nunca.
Também participei no envio desta mensagem e acredito que alguém vai aparecer na referida manifestação.
Pode não servir para grande coisa, mas gota a gota se vai enchendo o copo até fazê-lo transbordar.
Eu acredito!!!!!!!!