quarta-feira, 30 de novembro de 2011

SNOTTY RECEPTIONIST

An older gentleman had an appointment to see the urologist who shared offices with several other doctors. The waiting room was filled with patients.
As he approached the receptionist's desk, he noticed that the receptionist was a large unfriendly woman who looked like a Sumo Wrestler. He gave her his name.
In a very loud voice, the receptionist said, 'YES, I HAVE YOUR NAME HERE; YOU WANT TO SEE THE DOCTOR ABOUT IMPOTENCE, RIGHT?'
All the patients in the waiting room snapped their heads around to look at the very embarrassed man.
He recovered quickly, and in an equally loud voice replied, 'NO, I'VE COME TO INQUIRE ABOUT A SEX CHANGE OPERATION, BUT I DON'T WANT THE SAME DOCTOR THAT DID YOURS.'

DON'T MESS WITH OLD FOLKS.

sábado, 26 de novembro de 2011

Sócrates dançando a conta dos otários

Brincando com o chouriço.

Uma mulher entregou ao neto um frasco com urina para ele ir entregar a um consultório para análise. No caminho, o miúdo deixou cair o frasco que se partiu, foi pedir ajuda a um amigo que lhe disse, anda ali comigo que eu tenho uma porca que está grávida, e nestas alturas as porcas fazem muito xixi, enchemos um frasco e levas que eles nem dão por isso.
Alguns dias depois a mulher foi á consulta para saber o resultado das análises, diz o médico: tenho más notícias para lhe dar.
-Senhor Doutor, não me diga que vou morrer?
-Não vai morrer mas a senhora está grávida.
-Mas senhor doutor, eu sou viúva á 10 anos, nunca mais tive ninguém como é que isso é possível?
-Mas a gravidez não é o mais grave, o mais grave é que a senhora vai ter 7 porcos.


Diz ela: caramba já nem se pode brincar com um chouriço. 

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Todos os Ditados Populares Portugueses...

Nota; vou procurar nas minhas listas anteriores para ver se confere com esta ou se temos coisa nova. Uma barriga cheia de provérbios! Muitos repetidos é certo, mas os quais ao serem lidos duas ou três vezes não faz mal a ninguém.

A ambição cerra o coração
A pressa é inimiga da perfeição
Águas passadas não movem moinhos
Amigo não empata amigo
Amigos amigos negócios à parte
Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura
A união faz a força
A ocasião faz o ladrão A ignorância é a mãe de todas as doenças
Amigos dos meus amigos, meus amigos são
A cavalo dado não se olha a dente
Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não enganam o mundo
Antes só do que mal acompanhado
A pobre não prometas e a rico não devas.
A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina
A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo
A boda e a baptizado, não vás sem ser convidado
A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha
A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata
A necessidade aguça o engenho
A noite é boa conselheira
A preguiça é mãe de todos os vícios
A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
A palavras (ocas|loucas) orelhas moucas
A pensar morreu um burro
A roupa suja lava-se em casa
Antes só que mal acompanhado
Antes tarde do que nunca
Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam
Ao rico não faltes, ao pobre não prometas
As palavras voam, a escrita fica
As (palavras ou conversa ...) são como as cerejas, vêm umas atrás das outras
Até ao lavar dos cestos é vindima
Água e vento são meio sustento
Águas passadas não movem moinhos
Boi velho gosta de erva tenra
Boca que apetece, coração que padece
Baleias no canal, terás temporal
Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia
Boa romaria faz, quem em casa fica em paz
Boda molhada, boda abençoada
Burro velho não aprende línguas
Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
Cada cabeça sua sentença
Chuva de São João, tira vinho e não dá pão
Casa roubada, trancas à porta
Casarás e amansarás
Criou a fama, deite-se na cama
Cada qual com seu igual
Cada ovelha com sua parelha
Cada macaco no seu galho
Casa de ferreiro, espeto de pau
Casamento, apartamento
Cada qual é para o que nasce
Cão que ladra não morde
Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato
Com vinagre não se apanham moscas
Coma para viver, não viva para comer
Com o direito do teu lado nunca receies dar brado
Candeia que vai à frente alumia duas vezes
Casa de esquina, ou morte ou ruína
Cada panela tem a sua tampa
Cada um sabe as linhas com se cose
Cada um sabe de si e Deus sabe de todos
Casa onde entra o sol não entra o médico
Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém
Cesteiro que faz um cesto faz um cento, se lhe derem verga e tempo
Com a verdade me enganas
Com papas e bolos se enganam os tolos
Comer e o coçar o mal é começar
Devagar se vai ao longe
Depois de fartos, não faltam pratos
De noite todos os gatos são pardos
Desconfia do homem que não fala e do cão que não ladra
De Espanha nem bom vento nem bom casamento
De pequenino se torce o pepino
De grão a grão enche a galinha o paparrão
Devagar se vai ao longe
De médico e de louco, todos temos um pouco
Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és
Diz o roto ao nu 'Porque não te vestes tu?'
Depressa e bem não há quem
Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer
Depois da tempestade vem a bonança
Da mão à boca vai-se a sopa
Deus ajuda, quem cedo madruga
Dos fracos não reza a história
Em casa de ferreiro, espeto de pau
Enquanto há vida, há esperança
Entre marido e mulher, não se mete a colher
Em terra de cego quem tem olho é rei
Erva daninha a geada não mata
Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão
Em tempo de guerra não se limpam armas
Falar é prata, calar é ouro
Filho de peixe, sabe nadar
Gaivotas em terra, tempestade no mar
Guardado está o bocado para quem o há de comer
Galinha de campo não quer capoeira
Gato escaldado de água fria tem medo
Guarda o que comer, não guardes o que fazer
Homem prevenido vale por dois
Há males que vêm por bem
Homem pequenino ou velhaco ou dançarino
Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto
Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos maus, serás pior do que eles
Lua deitada, marinheiro de pé
Lua nova trovejada, 30 dias é molhada
Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão
Longe da vista, longe do coração
Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar
Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital
Manda quem pode, obedece quem deve
Mãos frias, coração quente
Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha
Mais vale cair em graça do que ser engraçado
Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo
Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto
Madruga e verás trabalha e terás
Mais vale um pé no travão que dois no caixão
Mais vale uma palavra antes que duas depois
Mais vale prevenir que remediar
Morreu o bicho, acabou-se a peçonha
Muita parra pouca uva
Muito alcança quem não se cansa
Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá
Muito riso pouco siso
Muitos cozinheiros estragam a sopa
Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe
Nuvem baixa sol que racha
Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu
Nem tudo o que reluz é ouro
Não há bela sem senão
Nem tanto ao mar nem tanto à terra
Não há fome que não dê em fartura
Não vendas a pele do urso antes de o matar
Não há duas sem três
No meio é que está a virtude
No melhor pano cai a nódoa
Nem contas com parentes nem dívidas com ausentes
Nem oito nem oitenta
Nem tudo o que vem à rede é peixe
No aperto e no perigo se conhece o amigo
No poupar é que está o ganho
Não dá quem tem, dá quem quer bem
Não há sábado sem sol, domingo sem missa nem segunda sem preguiça
O saber não ocupa lugar
Os cães ladram e caravana passa
O seguro morreu de velho
O prometido é devido
O que arde cura o que coça sara e o que aperta segura
O segredo é a alma do negócio
O bom filho à casa retorna
O casamento e a mortalha no céu se talha
O futuro a Deus pertence
O homem põe e Deus dispõe
O que não tem remédio remediado está
O saber não ocupa lugar
O seguro morreu de velho
O seu a seu dono
O sol quando nasce é para todos
O óptimo é inimigo do bom
Os amigos são para as ocasiões
Os opostos atraem-se
Os homens não se medem aos palmos
Para frente é que se anda
Pau que nasce torto jamais se endireita
Pedra que rola não cria limo
Para bom entendedor meia palavra basta
Por fora bela viola, por dentro pão bolorento
Para baixo todos os santos ajudam
Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
Patrão fora, dia santo na loja
Para grandes males, grandes remédios
Preso por ter cão, preso por não ter
Paga o justo pelo pecador
Para morrer basta estar vivo
Para quem é, bacalhau basta
Passarinhos e pardais,não são todos iguais
Peixe não puxa carroça
Pela boca morre o peixe
Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber
Pimenta no cu dos outros para mim é refresco
Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
Quando a esmola é grande o santo desconfia
Quem espera sempre alcança
Quando um não quer, dois não discutem
Quem tem telhados de vidro não atira pedras
Quem vai à guerra dá e leva
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não tem arte
Quem sai aos seus não degenera
Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento perde o assento
Quem semeia ventos colhe tempestades
Quem vê caras não vê corações
Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece, tanto lembra que aborrece
Quem casa quer casa
Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
Quem com ferros mata, com ferros morre
Quem corre por gosto não cansa
Quem muito fala pouco acerta
Quem quer festa, sua-lhe a testa
Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
Quem dá aos pobres empresta a Deus
Quem cala consente
Quem mais jura é quem mais mente
Quem não tem cão, caça com gato
Quem diz as verdades, perde as amizades
Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
Quem não deve não teme
Quem avisa amigo é
Quem ri por último ri melhor
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem não chora não mama Quem desdenha quer comprar
Quem canta seus males espanta
Quem feio ama, bonito lhe parece
Quem não arrisca não petisca
Quem tem boca vai a Roma
Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão
Quando um cai todos o pisam
Quanto mais depressa mais devagar
Quem entra na chuva é pra se molhar
Quem boa cama fizer nela se deitará
Quem brinca com o fogo queima-se
Quem cala consente
Quem canta seus males espanta
Quem comeu a carne que roa os ossos
Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro
Quem muito escolhe pouco acerta
Quem nada não se afoga
Quem nasceu para a forca não morre afogado
Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
Quem não sabe é como quem não vê
Quem não tem dinheiro não tem vícios
Quem não tem panos não arma tendas
Quem não trabuca não manduca
Quem o alheio veste, na praça o despe
Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
Quem paga adiantado é mal servido
Quem parte velho paga novo
Quem sabe faz, quem não sabe ensina
Quem tarde vier comerá do que trouxer
Quem te cobre que te descubra
Quem tem burro e anda a pé mais burro é
Quem tem capa sempre escapa
Quem tem cem mas deve cem pouco tem
Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita
Quem tudo quer tudo perde
Quem vai ao mar avia-se em terra
Quem é vivo sempre aparece
Querer é poder
Recordar é viver
Roma e Pavia não se fez em um dia
Rei morto, rei posto
Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
Santos da casa não fazem milagres
São mais as vozes que as nozes
Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
Todo o homem tem o seu preço
Todos os caminhos vão dar a Roma
Tristezas não pagam dívidas
Uma mão lava a outra
Uma desgraça nunca vem só
Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
Vozes de burro não chegam aos céus
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades


Nota: Mais uma vez os ditados populares portugueses pairando por aqui.
Hoje ao abrir a minha caixa do correio dou-me com estes ditados portugueses, enviados pelo homem do leme – quer isto dizer com certeza e, porque sabe que eu gosto destas coisas, que eu “prante”esta geringonça toda, uma vez mais no meu blogue. Em baixo coloco também os que já tinha publicado antes, para se ver se conferem com estes inseridos agora.
  

O Timoneiro para quem o não conhece ainda.

A ambição cerra o coração 
A pressa é inimiga da perfeição 
Águas passadas não movem moinhos 
Amigo não empata amigo 
Amigos amigos negócios à parte 
Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura
A união faz a força 
A ocasião faz o ladrão 
A ignorância é a mãe de todas as doenças 
Amigos dos meus amigos, meus amigos são 
A cavalo dado não se olha a dente 
Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não enganam o mundo
Antes só do que mal acompanhado 
A pobre não prometas e a rico não devas. 
A mulher e a sardinha, querem-se da mais pequenina 
A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo 
A boda e a baptizado, não vás sem ser convidado 
A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha 
A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata 
A necessidade aguça o engenho 
A noite é boa conselheira 
A preguiça é mãe de todos os vícios 
A palavra é de prata e o silêncio é de ouro 
A palavras (ocas loucas) orelhas moucas 
A pensar morreu um burro 
A roupa suja lava-se em casa 
Antes só que mal acompanhado 
Antes tarde do que nunca 
Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam 
Ao rico não faltes, ao pobre não prometas 
As palavras voam, a escrita fica 
As (palavras ou conversa ...) são como as cerejas, vêm umas atrás das outras 
Até ao lavar dos cestos é vindima 
Água e vento são meio sustento 
Águas passadas não movem moinhos
Boi velho gosta de erva tenra
Boca que apetece, coração que padece 
Baleias no canal, terás temporal 
Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia 
Boa romaria faz, quem em casa fica em paz 
Boda molhada, boda abençoada 
Burro velho não aprende línguas
Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura 
Cada cabeça sua sentença 
Chuva de São João, tira vinho e não dá pão 
Casa roubada, trancas à porta 
Casarás e amansarás 
Criou a fama, deite-se na cama 
Cada qual com seu igual 
Cada ovelha com sua parelha 
Cada macaco no seu galho 
Casa de ferreiro, espeto de pau 
Casamento, apartamento 
Cada qual é para o que nasce 
Cão que ladra não morde 
Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato 
Com vinagre não se apanham moscas 
Coma para viver, não viva para comer 
Com o direito do teu lado nunca receies dar brado 
Candeia que vai à frente alumia duas vezes 
Casa de esquina, ou morte ou ruína 
Cada panela tem a sua tampa 
Cada um sabe as linhas com se cose 
Cada um sabe de si e Deus sabe de todos 
Casa onde entra o sol não entra o médico 
Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém 
Cesteiro que faz um cesto faz um cento,se lhe derem verga e tempo
Com a verdade me enganas 
Com papas e bolos se enganam os tolos 
Comer e o coçar o mal é começar 
Devagar se vai ao longe 
Depois de fartos, não faltam pratos 
De noite todos os gatos são pardos 
Desconfia do homem que não fala e do cão que não ladra 
De Espanha nem bom vento nem bom casamento 
De pequenino se torce o pepino 
De grão a grão enche a galinha o paparrão 
Devagar se vai ao longe 
De médico e de louco, todos temos um pouco 
Diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és 
Diz o roto ao nu 'Porque não te vestes tu?' 
Depressa e bem não há quem 
Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer 
Depois da tempestade vem a bonança 
Da mão à boca vai-se a sopa 
Deus ajuda, quem cedo madruga 
Dos fracos não reza a história 
Em casa de ferreiro, espeto de pau 
Enquanto há vida, há esperança 
Entre marido e mulher, não se mete a colher 
Em terra de cego quem tem olho é rei 
Erva daninha a geada não mata 
Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão 
Em tempo de guerra não se limpam armas 
Falar é prata, calar é ouro 
Filho de peixe, sabe nadar 
Gaivotas em terra, tempestade no mar 
Guardado está o bocado para quem o há de comer 
Galinha de campo não quer capoeira 
Gato escaldado de água fria tem medo
Guarda o que comer, não guardes o que fazer 
Homem prevenido vale por dois 
Há males que vêm por bem 
Homem pequenino ou velhaco ou dançarino 
Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto 
Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos maus, serás pior do que eles 
Lua deitada, marinheiro de pé 
Lua nova trovejada, 30 dias é molhada 
Ladrão que rouba a ladrão, tem cem anos de perdão 
Longe da vista, longe do coração 
Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar 
Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital 
Manda quem pode, obedece quem deve 
Mãos frias, coração quente 
Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha 
Mais vale cair em graça do que ser engraçado 
Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo 
Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto 
Madruga e verás trabalha e terás 
Mais vale um pé no travão que dois no caixão 
Mais vale uma palavra antes que duas depois 
Mais vale prevenir que remediar 
Morreu o bicho, acabou-se a peçonha 
Muita parra pouca uva 
Muito alcança quem não se cansa 
Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá 
Muito riso pouco siso 
Muitos cozinheiros estragam a sopa 
Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe 
Nuvem baixa sol que racha 
Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu 
Nem tudo o que reluz é ouro 
Não há bela sem senão 
Nem tanto ao mar nem tanto à terra 
Não há fome que não dê em fartura 
Não vendas a pele do urso antes de o matar 
Não há duas sem três 
No meio é que está a virtude 
No melhor pano cai a nódoa 
Nem contas com parentes nem dívidas com ausentes
Nem oito nem oitenta 
Nem tudo o que vem à rede é peixe 
No aperto e no perigo se conhece o amigo 
No poupar é que está o ganho 
Não dá quem tem, dá quem quer bem 
Não há sábado sem sol, domingo sem missa nem segunda sem preguiça 
O saber não ocupa lugar 
Os cães ladram e caravana passa 
O seguro morreu de velho 
O prometido é devido 
O que arde cura o que coça sara e o que aperta segura 
O segredo é a alma do negócio 
O bom filho à casa retorna 
O casamento e a mortalha no céu se talha 
O futuro a Deus pertence 
O homem põe e Deus dispõe 
O que não tem remédio remediado está 
O saber não ocupa lugar 
O seguro morreu de velho
O seu a seu dono 
O sol quando nasce é para todos 
O óptimo é inimigo do bom 
Os amigos são para as ocasiões 
Os opostos atraem-se 
Os homens não se medem aos palmos 
Para frente é que se anda 
Pau que nasce torto jamais se endireita 
Pedra que rola não cria limo 
Para bom entendedor meia palavra basta 
Por fora bela viola, por dentro pão bolorento 
Para baixo todos os santos ajudam 
Por morrer uma andorinha não acaba a primavera 
Patrão fora, dia santo na loja 
Para grandes males, grandes remédios 
Preso por ter cão, preso por não ter 
Paga o justo pelo pecador 
Para morrer basta estar vivo 
Para quem é, bacalhau basta 
Passarinhos e pardais,não são todos iguais 
Peixe não puxa carroça 
Pela boca morre o peixe 
Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber 
Pimenta no cu dos outros para mim é refresco 
Presunção e água benta, cada qual toma a que quer 
Quando a esmola é grande o santo desconfia
Quem espera sempre alcança 
Quando um não quer, dois não discutem 
Quem tem telhados de vidro não atira pedras 
Quem vai à guerra dá e leva 
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não tem arte 
Quem sai aos seus não degenera 
Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento perde o assento 
Quem semeia ventos colhe tempestades 
Quem vê caras não vê corações
Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece, tanto lembra que aborrece
Quem casa quer casa 
Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa 
Quem com ferros mata, com ferros morre 
Quem corre por gosto não cansa 
Quem muito fala pouco acerta 
Quem quer festa, sua-lhe a testa 
Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar 
Quem dá aos pobres empresta a Deus 
Quem cala consente
Quem mais jura é quem mais mente 
Quem não tem cão, caça com gato 
Quem diz as verdades, perde as amizades 
Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos 
Quem não deve não teme 
Quem avisa amigo é 
Quem ri por último ri melhor 
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha 
Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima 
Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto 
Quem diz o que quer, ouve o que não quer 
Quem não chora não mama 
Quem desdenha quer comprar 
Quem canta seus males espanta 
Quem feio ama, bonito lhe parece 
Quem não arrisca não petisca 
Quem tem boca vai a Roma 
Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão 
Quando um cai todos o pisam 
Quanto mais depressa mais devagar 
Quem entra na chuva é pra se molhar 
Quem boa cama fizer nela se deitará 
Quem brinca com o fogo queima-se 
Quem cala consente 
Quem canta seus males espanta 
Quem comeu a carne que roa os ossos 
Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro 
Quem muito escolhe pouco acerta 
Quem nada não se afoga 
Quem nasceu para a forca não morre afogado 
Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele 
Quem não sabe é como quem não vê 
Quem não tem dinheiro não tem vícios 
Quem não tem panos não arma tendas 
Quem não trabuca não manduca 
Quem o alheio veste, na praça o despe 
Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso 
Quem paga adiantado é mal servido 
Quem parte velho paga novo 
Quem sabe faz, quem não sabe ensina 
Quem tarde vier comerá do que trouxer 
Quem te cobre que te descubra 
Quem tem burro e anda a pé mais burro é 
Quem tem capa sempre escapa 
Quem tem cem mas deve cem pouco tem 
Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita 
Quem tudo quer tudo perde 
Quem vai ao mar avia-se em terra 
Quem é vivo sempre aparece 
Querer é poder 
Recordar é viver 
Roma e Pavia não se fez em um dia 
Rei morto, rei posto 
Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota 
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei 
Santos da casa não fazem milagres 
São mais as vozes que as nozes 
Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
Todo o homem tem o seu preço 
Todos os caminhos vão dar a Roma 
Tristezas não pagam dívidas 
Uma mão lava a outra 
Uma desgraça nunca vem só 
Vão-se os anéis e ficam-se os dedos 
Vozes de burro não chegam aos céus 
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades

Seguem-se os Prévios Provérbios: 
Abençoada a desgraça quando vem só! (Pikó)
A brincar a brincar, lixou o macaco a mãe (Artur/Leiria)
A ambição cerra o coração
Água civil não molha marujo (Valdemar Alves)
Á boda e ao baptizado, não vás sem ser convidado
Á mulher de César não basta sê-lo, tem que parecê-lo (Valdemar/Marinheiro)
A cavalo dado não se olha a dente
A chover e a fazer sol, as bruxas no farol (Artur/Leiria)
A galinha do vizinho é sempre melhor que a minha
A galinha da vizinha é sempre mais gorda que a minha (Valdemar/Marinheiro)
A galinha que canta como galo corta-lhe o gargalo
A ignorância é a mãe de todas as doenças
A laranja de manhã é ouro, à tarde é prata e à noite mata
A montanha pariu um rato (Artur/Leiria)
A mulher e a sardinha; querem-se da mais pequenina
A necessidade aguça o engenho
A noite é boa conselheira
A ocasião faz o ladrão
A palavra é de prata e o silêncio é de ouro
Às palavras (ocas loucas) orelhas moucas
A pensar morreu um burro
A pobre não prometas e a rico não devas
A preguiça é mãe de todos os vícios
A pressa é inimiga da perfeição
A roupa suja lava-se em casa
A união faz a força
Adeus mundo porque cada vez pior (Artur/Leiria)
Água e vento são meio sustento
Água mole em pedra dura, tanto dá até que fura
Águas passadas não movem moinhos
Águas passadas não movem moinhos
Amigo, não empata amigo
Amigos dos meus amigos, meus amigos são
Amigos, amigos, negócios à parte
Anda meio mundo para lixar o outro (Artur/Leiria)
Antes só do que mal acompanhado
Antes só que mal acompanhado
Antes tarde do que nunca
Ao rico mil amigos se deparam, ao pobre seus irmãos o desamparam
Ao rico não faltes, ao pobre não prometas
As palavras (conversa) são como as cerejas, vêm umas atrás das outras
As palavras voam, a escrita fica
Até ao lavar dos cestos é vindima
Azeite de cima, mel do meio e vinho do fundo, não enganam o mundo
Bacalhau quer alho (Artur/Leiria)
Baleias no canal, terás temporal
Boa fama granjeia quem não diz mal da vida alheia
Boa romaria faz, quem em casa fica em paz
Boca que apetece, coração que padece
Boda molhada, boda abençoada
Boi velho gosta de erva tenra
Burro morto cevada ao rabo (Artur/Leiria)
Burro velho não aprende línguas
Burro velho não tem andadura e se tem pouco dura
Cá se fazem cá se pagam (Artur/Leiria)
Cada cabeça sua sentença
Cada macaco no seu galho
Cada ovelha com sua parelha
Cada panela tem a sua tampa
Cada qual com seu igual
Cada qual é para o que nasce
Cada qual sabe onde lhe aperta o sapato
Cada um come do que gosta (Artur/Leiria)
Cada um sabe as linhas com se cose
Cada um sabe de si e Deus sabe de todos
Cada terra com o seu uso, cada roca com o seu fuso (Artur/Leiria)
Calor por baixo, calor por cima eles não se têm eu não me tinha (Artur/Leiria)
Calvície é sinal de velhice (Artur/Leiria)
Comer melão quer vinho de tostão (Artur/Leiria)
Candeia que vai à frente alumia duas vezes
Cão que ladra não morde

Cão velho não quer festas (Piko)
Casa de esquina, ou morte ou ruína
Casa de ferreiro, espeto de pau
Casa onde entra o sol não entra o médico
Casa roubada, trancas à porta
Casamento, apartamento
Casarás e amansarás
Cautela e caldos de galinha nunca fizeram mal a ninguém
Cesteiro que faz um cesto faz um cento, se lhe derem verga e tempo
Chuva de São João; tira vinho e não dá pão
Com a verdade me enganas
Com o direito do teu lado nunca receies dar brado
Com papas e bolos se enganam os tolos
Com vinagre não se apanham moscas
Coma para viver, não viva para comer
Come que nem um alarve (Artur/Leiria)
Comer e o coçar o mal é começar
Contas com o Jorge e o Jorge na rua (Artur/Leiria)
Cresce e aparece (Artur/Leiria)
Criou a fama, deite-se na cama
Da mão à boca vai-se a sopa
Damos cabo da saúde para arranjar dinheiro (Artur/leiria)
Damos cabo do dinheiro para arranjar saúde (Artur/Leiria)
De Espanha nem bom vento nem bom casamento
De grão a grão enche a galinha o paparrão
De homem para homem, não vai força de cavalo (Artur/Leiria)
De médico e de louco, todos temos um pouco
De noite todos os gatos são pardos
De pequenino se torce o pepino
Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer
Depois da tempestade vem a bonança
Depois da tempestade vem a bonança (Artur/Leiria)
Depois de fartos, não faltam pratos
Depressa cansa, devagar alcança (Artur/Leiria)
Depressa e bem não há quem
Desconfia do homem que não fala e do cão que não ladra
Desviar com o cu à seringa (Artur/Leiria)
Deu-lhe o badagaio (Artur/Leiria)
Deus ajuda, quem cedo madruga
Deus escreve direito por linhas tortas (Artur/Leiria)
Devagar se vai ao longe
Devagar se vai ao longe
Dia de nevoeiro, dia soalheiro (Artur/Leiria)
Diz o roto ao nu 'Porque não te vestes tu?'
Diz-me com quem andas; dir-te-ei quem és
Dos fracos não reza a história
Dos carecas é que elas gostam (Artur/Leiria)
É mono que não faz nem sai de cima (Artur/Leiria)
Em casa há força a dobrar que depois de morto são quatro para o levar (Artur/Leiria)
Em casa de ferreiro, espeto de pau
Em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão
Em tempo de guerra não se limpam armas
Em terra de cego quem tem olho é rei
Enquanto há vida, há esperança
Enquanto o pau vai e vem folgam as costas (Artur/Leiria)
Entre marido e mulher, não se mete a colher
Entre mortos e feridos alguém há-de escapar (Artur/Leiria)
Erva daninha a geada não mata
Está gordo que nem porco (Artur/Leiria)
Façam o que eu digo não façam o que eu que eu faço (Artur/Leiria)
Falar é prata, calar é ouro
Fala pelos cotovelos (Artur/Leiria)
Fazer bem, não olhar a quem (Artur/Leiria)
Fazer trinta por uma linha (Artur/Leiria)
Fia-te na virgem e não corras (Artur/Leiria)
Filho de peixe, sabe nadar
Filho és pai serás, assim como fizeres assim encontrarás (Valdemar/Marinheiro)
Filhos da filha meus netos são; filhos do filho meus netos serão ou não (Artur/Leiria)
Foi um ar que lhe deu (Artur/leiria)
Fome com desespero é o melhor tempero (Artur/Leiria)
Fura vidas (Artur/Leiria)
Gaivotas em terra, tempestade no mar
Galinha de campo não quer capoeira
Gato escaldado de água fria tem medo
Grandes barcos, grandes tempestades (Artur/Leiria)
Guarda o que comer, não guardes o que fazer
Guarda o que não presta, terás o que te é preciso (Tintinaine)
Guardado está o bocado para quem o há de comer
Há males que vêm por bem
Há terra onde fores ter, faz como vires fazer (Artur/Leiria)
Homem pequenino ou velhaco ou dançarino
Homem prevenido vale por dois
Ignorante é aquele que sabe e se faz de tonto
Já foi chão que deu uvas (Valdemar/Marinheiro)
Junta-te aos bons, serás como eles, junta-te aos maus, serás pior do que eles
Ladrão que rouba a ladrão; tem cem anos de perdão
Levantar cedo e cedo erguer dá saúde e faz crescer (Artur/Leiria)
Longe da vista, longe do coração
Lua deitada, marinheiro de pé
Lua nova trovejada, 30 dias é molhada
Madruga e verás - trabalha e terás
Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo
Mais do que uma mão cheia é mama perdida (Artur/Leiria)
Mais olho que barriga, refeição desmedida (Artur/Leiria)
Mais vale cair em graça do que ser engraçado
Mais vale perder um minuto na vida do que a vida num minuto
Mais vale prevenir que remediar
Mais vale ser rabo de pescada que cabeça de sardinha
Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar
Mais vale um pé no travão que dois no caixão
Mais vale uma palavra antes que duas depois
Mal por mal, antes na cadeia do que no hospital
Manda quem pode, obedece quem deve
Mãos frias, coração quente
Mãos que não dais porque é esperais (Valdemar/Marinheiro)
Morder pela calada (Artur/Leiria)
Morreu o bicho, acabou-se a peçonha
Mostra o que é bonito esconde o interdito (Artur/Leiria)
Muita parra pouca uva
Muito alcança quem não se cansa
Muito come o tolo mas mais tolo é quem lhe dá
Muito riso pouco siso
Muitos cozinheiros estragam a sopa
Mulher doente, mulher para sempre (Artur Leiria)
Na tropa; não se faz é para se ir fazendo (Artur/Leiria)
Na vida, é morrendo e aprendendo (Artur/Leiria)
Não dá quem tem, dá quem quer bem
Não deitar foguetes antes da festa (Artur/Leiria)
Não deixes para amanhã o que podes fazer hoje (Valdemar/marinheiro)
Não devo nem ouço porque o meu dinheiro é meu moço (Artur/Leiria)
Não é merda, cagou-a o cão (Artur/Leiria)
Não faz nem sai de cima (Artur/Leiria)
Não há bela sem senão
Não há duas sem três
Não há fome que não dê em fartura
Não há mal que sempre dure, nem bem que não se acabe
Não há sábado sem sol, domingo sem missa nem segunda sem preguiça
Não peças a quem pediu nem sirvas a quem serviu
Não vendas a pele do urso antes de o matar
Nem contas com parentes nem dívidas com ausentes
Nem oito nem oitenta
Nem tanto ao mar nem tanto à terra
Nem tudo o que luz é ouro (Artur/Leiria)
Nem tudo o que reluz é ouro
Nem tudo o que vem à rede é peixe
No aperto e no perigo se conhece o amigo
No dia de São Martinho a castanha pede vinho (Artur/Leiria)
No dia de São Martinho vai a adega e prova o vinho (Artur/Leiria)
No meio é que está a virtude
No melhor pano cai a nódoa
No poupar é que está o ganho
Nome de boi não chega ao talho e o de vaca ao trabalho (Artur/Leiria)
Nunca roubei nada que fosse meu (Artur/Leiria)
Nuca se viu um burro careca (Artur/Leiria)
Nuvem baixa sol que racha
O bom filho à casa retorna
O casamento e a mortalha no céu se talha
O dia de amanhã, ninguém o viu (Artur/Leiria)
O descuido é a morte do artista (Artur/Leiria)
O futuro a Deus pertence
Olho no gato outro nas filhoses (Artur/Leiria)

O homem põe e Deus dispõe
O óptimo é inimigo do bom
O pão alimenta o corpo e a palavra alimenta a alma (Artur/Leiria)
O pobre rouba para viver, o rico desvia para manter o prazer (Artur/Leiria)
O prometido é devido
O que arde cura o que coça sara e o que aperta segura
O que é doce nunca amargou (Artur/Leiria)
O que não mata engorda (Artur/leiria)
O que não tem remédio remediado está

O rei vai nu (Piko)
O saber não ocupa lugar
O saber não ocupa lugar
O segredo é a alma do negócio
O seguro morreu de velho
O seguro morreu de velho
O seu a seu dono
O sol quando nasce é para todos
O trabalho é bom para o preto (Artur/Leiria)
Onde há calças não mete saias (Artur/Leiria)
Os amigos são para as ocasiões
Os cães ladram e caravana passa
Os homens não se medem aos palmos
Os opostos atraem-se
Paga o justo pelo pecador
Para baixo todos os santos ajudam
Para bom entendedor meia palavra basta
Para frente é que se anda
Para grandes males, grandes remédios
Para morrer basta estar vivo
Para quem é, bacalhau basta
Passarinhos e pardais, não são todos iguais
Patrão fora, dia santo na loja
Pau para toda a colher - (Jack of all trades) (Artur/Leiria)
Pau que nasce torto jamais se endireita
Pedra que rola não cria limo
Peixe não puxa carroça
Pela boca morre o peixe
Perde-se o velho por não poder e o novo por não saber
Pimenta no cu dos outros para mim é refresco
Por fora bela viola, por dentro pão bolorento
Por morrer uma andorinha não acaba a primavera
Preso por ter cão, preso por não ter
Presunção e água benta, cada qual toma a que quer
Quando a cabeça não tem juízo o corpo é que paga (Artur/Leiria)
Quando a esmola é grande o santo desconfia
Quando há vento é que se limpa (Artur/Leiria)
Quando há vento é que se molha a vela (Artur/Leiria)
Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão
Quando o padre vier visitar; a casa deves caiar (Artur/Leiria)
Quando um burro fala, o outro abaixa a orelha
Quando um cai todos o pisam
Quando um não quer, dois não discutem
Quando uns não querem, outros estão desertos
Quanto mais conheço o homem mais gosto dos animais (Artur/Leiria)
Quanto mais depressa mais devagar
Quanto mais prima mais se arrima (Artur/Leiria)
Quanto mais te agachas, mais te põem o pé em cima
Quem anda à chuva molha-se (Tintinaine)
Quem te avisa teu amigo é
Quem boa cama fizer nela se deitará
Quem brinca com o fogo queima-se
Quem cabritos vende e cabras não tem de algum lado vem (Artur/Leiria)
Quem cala consente
Quem canta seus males espanta
Quem casa quer casa
Quem com ferros mata, com ferros morre
Quem come e guarda, duas vezes põe a mesa
Quem comeu a carne que roa os ossos
Quem conta um conto acrescenta-lhe um ponto
Quem corre por gosto não cansa
Quem dá aos pobres empresta a Deus
Quem dá e torna a tirar ao inferno vai parar
Quem de jovem passa, de velho não escapa! (Tintinaine)
Quem desdém quer comprar (Artur/Leiria)
Quem desdenha quer comprar
Quem diz as verdades, perde as amizades
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem é vivo sempre aparece
Quem entra na chuva é para se molhar
Quem espera sempre alcança
Quem está de fora racha lenha (Artur/Leiria)
Quem está no convento é que sabe o que lhe vai dentro
Quem feio ama, bonito lhe parece
Quem foi ao ar perdeu o lugar (Artur/Leiria)
Quem imigrou jamais descansou (Artur/Leiria)
Quem mais jura é quem mais mente 

Quem meu filho beija, minha boca adoça (Piko)
Quem muito dorme pouco aprende (Artur/Leiria)

Quem muito escolhe pouco acerta
Quem muito espera desespera (Artur/leiria)
Quem muito fala pouco acerta 
Quem muitos burros toca, algum fica atrás (Artur/Leiria)
Quem nada não se afoga
Quem não aparece, esquece; mas quem muito aparece, tanto lembra que aborrece
Quem não arrisca não petisca
Quem não chora não mama
Quem não deve não teme
Quem não quer ser rapoza, não lhe veste a pele (Hipólito)
Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
Quem não rouba nem herda não tem nada senão merda (Artur/Leiria)
Quem não sabe é como quem não vê
Quem não tem cão, caça com gato
Quem não tem dinheiro não tem vícios
Quem não tem panos não arma tendas
Quem não trabuca não manduca
Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita
Quem nasceu para a forca não morre afogado
Quem o alheio veste, na praça o despe
Quem o seu cão quer matar chama-lhe raivoso
Quem paga adiantado é mal servido
Quem parte e reparte e não fica com a melhor parte, ou é tolo ou não tem arte
Quem parte velho paga novo
Quem quer festa, sua-lhe a testa
Quem ri por último ri melhor
Quem sabe faz, quem não sabe ensina
Quem sai aos seus não degenera
Quem se mete em atalhos não se livra de trabalhos
Quem semeia ventos colhe tempestades
Quem tarde vier comerá do que trouxer
Quem te cobre que te descubra
Quem tem boca vai a Roma
Quem tem burro e anda a pé mais burro é
Quem tem capa sempre escapa
Quem tem cem mas deve cem pouco tem
Quem tem cu tem medo (Artur/Leiria)
Quem tem fome, cardos come (Tintinaine)
Quem tem filhos tem cadilhos (Artur/Leiria)
Quem tem filhos tem cadilhos quem os não tem cadilhos tem (Artur/Leiria)
Quem tem um filho não tem nenhum... dois tem um, e... três tem três mil (Artur/Leiria)
Quem tem telhados de vidro não atira pedras
Quem tem um gosto sua-lhe o rosto (Artur/Leiria)
Quem tudo quer tudo perde
Quem vai a adega e não bebe não sabe o que perde (Artur/Leiria)
Quem vai à guerra dá e leva
Quem vai ao ar perde o lugar e quem vai ao vento perde o assento
Quem vai ao mar avia-se em terra
Quem vê caras não vê corações
Querer é poder
Querer sol na eira e chuva no nabiçal (Pikó)

Perdoa-se o mal que faz pelo bem que sabe (Artur/Leiria)
Recordar é viver
Rei morto, rei posto
Ricos de barriga cheia, o mal dividido pelos pobres da aldeia (Artur/Leiria)
Ri-se o roto esfarrapado do sujo mal lavado! (Pikó)
Roma e Pavia não se fizeram num dia
Santos da casa não fazem milagres
São mais as vozes que as nozes
Sabe nadar como um prego (Artur/Leiria)
Sem rei nem roque (Pikó)

Se comeres a carne rói-lhe os ossos (Artur/Leiria)
Se em terra entra a gaivota é porque o mar a enxota
Se não se morre da doença morre-se da cura (Artur/Leiria)
Se queres um cacho alça a perna que to acho (Artur/Leiria)
Se queres ver o teu corpo mata o teu porco (Artur/Leiria)
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
Se soubesses o que custa mandar, gostarias mais de obedecer (Tintinaine)
Se todos gostassem do amarelo o mundo era um desespero (Artur/Leiria)
Só trabalha quem não sabe fazer mais nada (Artur/Leiria)
Só nos lembramos de Santa Barbara quando troveja (Artur/Leiria)
Tal pai tal filho (Pikó)
Tão ladrão é o que fica de fora como o que vai à vinha (Artur/Leiria)
Tempestade no mar gaivotas em terra (Valdemar/Marinheiro)
Tem mais olho que barriga (Artur/Leiria)
Ter culpas no cartório (Artur/Leiria)
Tirar nabos da púcara (Artur/Leiria)
Toda brincadeira tem sempre um pouco de verdade
Todo o homem tem o seu preço
Todos os caminhos vão dar a Roma
Tristezas não pagam dívidas
Uma desgraça nunca vem só
Uma mão lava a outra
Uma mão lava a outra e as duas lavam a cara (Valdemar/Marinheiro)
Um olho no burro outro no cigano (Piko)
Uns comem para viver, outros vivem para comer (Artur/Leiria)
Vai num pé e vem no outro (Artur/Leiria)
Vão-se os anéis e ficam-se os dedos
Vozes de burro não chegam aos céus
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades