sábado, 27 de março de 2010

A minha cidade - III

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Aqui, nesta foto, apanhada da torre, podemos ver esta vista parcial da cidade onde os mamarrachos de cimento também existem. Segundo o que li, anos atrás, Toronto na altura, era a cidade com mais crescimento a seguir à grande metrópole de São Paulo, Brasil, no estado do mesmo nome! Lembro uma vez, por curiosidade, também da torre CN, contar 69 gruas na sua vertical executando a tarefa dos levantamentos dos materiais, nesta cidade em crescimento.

2 comentários:

Piko disse...

Amigo Artur:

Espero que em Toronto, apesar dos mamarrachos de cimento de que falas, que pelo menos as construções sejam devidamente autorizadas e fiscalizadas, para resistir, inclusivé, aos tremores de terra, porque em muitas das zonas de S. Paulo, onde moram cerca de 17 milhões de pessoas, há pouca qualidade nas construções e nos espaços envolventes e é uma pena, porque isso rouba muita qualidade de vida a milhões de brasileiros... e só se vive uma vez!
Foi muito bom contactar com o teu blog e já deu para perceber que és uma pessoa atenta e muito interessada num progresso equilibrado!
Bem hajas!
PIKÓ

Artur/Leiria disse...

Caríssimo PIKÓ;
Quanto à construção no Canadá hoje em dia obedece a regulamentos, segundo o meu filho que trabalha no ramo: “horrivelmente” exigentes, pelo menos no que respeita à segurança, incluindo a do operário! O que é bom por um lado, mas desencorajante para os investidores de possibilidades limitadas. Não sabia que no Brasil a construção está muito aquém do protocolo que esta requer!? Porém, em repúblicas de bananas, não é de admirar porque a corrupção grassa a granel… Quanto à anti-sísmica cá, ao que parece não é de mais-valias na área, porque na zona sudoeste do Ontário não existe nada que tenha a ver com “pratos tectónicos”. Obrigado por a sua apreciação do que vou fazendo. Por mim, isto de blogues, não passa dum agradável passatempo que nos obriga no aspecto benéfico a usarmos o “gray matter do upstairs” como vai na gíria.
Um abraço!