quarta-feira, 18 de maio de 2011

Promessas São de Graça

As promessas do partido socialista e principalmente do seu Secretário-geral, ainda primeiro-ministro em exercício, redundaram na maior fraude, de que não há memória, mesmo nos últimos anos da Monarquia e da Ditadura de Salazar. O homem prometeu tudo, iniciou o seu governo com a promessa de emprego para cento e cinquenta mil pessoas. Em toda a sua governação, não empregou nem sequer um décimo daquele número. Arranjou sim para os seus afilhados e afins, que de qualquer modo se teriam destacado na propaganda e publicidade do partido, ou do padrinho, bons tachos com remunerações de se lhe tirar o chapéu e até para familiares, como tem sido amplamente noticiado pelos vários Órgãos de comunicação social que disso, justiça lhes seja feita, não se coibiram de publicar. Foi gastando à tripa forra, até em despesas pessoais, que andariam à roda dos 12.000,00 Euros diários em despesas de representação, gasolina, ramos de flores e ofertas várias, que nem o maior ricaço dono de poços de petróleo árabes ou americanos seriam capazes de oferecer, às suas amigas ou amigos e afins. Regozija-se pela construção de auto-estradas, prometendo não aplicar as celebradas portagens aos seus utentes do norte ao sul do país, promessa que se veio a verificar não ser verdadeira, pois já está a ser exigido o pagamento, sem apelo nem agravo. Inaugura hospitais, sem estarem preparados para receber doentes, só para colher votos aos incautos das regiões em que essas obras se situam. Excedeu em larga escala, o orçamento geral do Estado até à exaustão, de tal forma que endividou as Finanças do Pais e mais de dez milhões de portugueses, até a 10ª geração. Fez as coisas tão bem feitas, ele que se gabava de Portugal estar muito à frente de vários países da Europa, afirmando ser dos mais desenvolvidos, o que infelizmente se veio a verificar não ser assim. Desfez todas as ilusões dos mais crentes socialistas que ainda assim andam por esse país em comícios laudatórios com toda a propaganda e publicidade em que tal como qualquer vendedor de feira, é mestre. Empenhou o país até à geração dos finais do século XXI mas anda por aí como um pobre pedinte, com um largo sorriso para esconder a sua vaidade e a sua pouca-vergonha, pedindo votos e falando pelos cotovelos não só nos comícios como enfrentando os seus adversários políticos nas televisões e rádio do País. Empobreceu de tal maneira o Povo que hoje há já mais de 800 mil desempregados, que sendo chefes de família correspondem a mais de três milhões de portugueses a uma média de quatro pessoas por agregado familiar. Com o desemprego há necessariamente faltas num lar, desses portugueses, não há já um mínimo de segurança, não há uma simples saída para ver um cinema lá do bairro, mas há já muita fome dentro de casa, recorre-se à caridade, à sopa dos pobres e aos amigos que ainda os há e bons. Começou-se por vender algum ouro, coisa pequena, um fio oferecido à Leninha era ainda de berço...mas não chegava para nada. Depois foi uma cadeira da mobília da sala e mais tarde duas, em palhinha comprada quando ambos ainda trabalhavam. Depois foi o talher de prata, o fio de ouro da filha mais velha, os anéis do casamento... E agora... a caridade dos vizinhos, da sopa dos pobres, dos antigos colegas,.. mas será assim por toda a vida?....nós que vivíamos em paz, na nossa casa, e agora é da CGD, para onde vamos viver? E os estudos das nossas filhas? E tudo isto se deve a um político que tudo prometeu, que nos esbulhou ao fim e ao cabo a nossa vida. É a vida dos pobres. É a vida que a mentira, o despesismo e a vaidade de um político impreparado, incompetente, desleixado nas contas do Estado, nos trouxe. É isto que já se ouve por aí por essas aldeias, vilas e cidades de Portugal. É a indigência que nos bateu à porta sem qualquer aviso, sem qualquer culpa do simples cidadão que ia cumprindo com os seus deveres para com a entidade empregadora, para com a sociedade e para com o País. E foi o tal socialismo que Soares já tinha fechado na gaveta que trouxe a este País a miséria, o descalabro e a pobreza. E foi um socialista que promoveu tudo isto. E há ainda por aí uns anjinhos que acreditam que dali saia coisa boa. Quanta ignorância...e quanta vontade de fechar os olhos só para se não responsabilizar e saber cumprir o seu dever num deixa correr, como é costume dos portugueses. Abram os olhos... Lutem... Não acreditem em balelas...Votem sim, noutro candidato, mas nunca em quem nos fez tanto mal. É isso.
José de Viseu

1 comentário:

Tintinaine disse...

Estou com a minha gente!