segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Harmoniosa vivência em comum


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"Harmoniosa vivência em comum”: como a foto, que “vale mais do que mil palavras” reza!
Demonstra esta, o conceito natalício espiritual que religiosamente, nós católicos estamos atravessando. Sim, poderíamos viver em pura harmonia com todos os seres que, de direito, habitam este tão belo planeta azul de nome TERRA!
Benditos os bem-intencionados porque deles é o reino da terra.
No congelamento momentâneo da foto, pode deduzir-se que a fome era muita para a classe racional, porém, a classe súbdita pacholamente espera que no fim, logo que o saciar dos que comem seja remediada, algo, não importa o quanto, venha a poder substanciar a necessidade de alguns intervenientes que não podendo colher, porque a neve da mãe natureza disso os impede, o possam fazer.
Imanamos desta cena, uma tão pura e singela lição de amor, da qual todos nós nos dias de hoje somos carentes.  
Mesmo que o saciar pelo alimento da classe súbdita não se venha a cumprir, pelo menos prevalecerá o Espírito da Tolerância, do Amor e da Amizade tão próprios desta quadra NATALÍCIA…

Bem-haja todos os que têm tempo e pachorra para lerem estas poucas letras pensadas e desenhadas por este colega de armas dos velhos tempos.

Obrigado

3 comentários:

Braulio Pereira disse...

LUZ

PAZ

e

AMOR

abraço amigo!!

lmdoliveira disse...

Filho da escola, bonito quadro este que nos envias de terras de Corte Real. Por cá é um pouco difícil encontrares esta comunhão, o quadro que temos por cá nem é comer o fast-food será mais comermos a passarada . Diga-se de passagem que passarinhos fritos numa carcaça acompanhado com meia gaiola de branco é um grande petisco.
Que prevaleça: "o Espírito da tolerância, do amor e da amizade tão próprios desta quadra NATALÍCIA…"

edumanes disse...

Que lindo é poder partilhar. Junto de quem come. Na mesa as aves pousar. Não falam o que estarão a pensar. Se estiverem com fome, pedem comida a piar. As aves amam os humanos, os humanos as andam a matar. De tudo o que no mundo há, são apenas enganos?